The Vamps: Official Book – Uma Análise

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THE VAMPS: A NOSSA HISTÓRIA 100% OFICIAL

“Meet The Vamps” – Conheça The Vamps

‘Quem somos, como tudo isso aconteceu, e como Connor quase não entrou na banda (de verdade)’

A primeira parte do livro dos meninos consiste em contar o surgimento da banda, com mais detalhes e realidade do que se conhece. James, quem começou com tudo, é quem começa a contar essa história. Tudo começa em 2011 e com um contato ainda via My Space. Richard Rashman, um dos atuais gerenciadores da The Vamps pediu para que James encontrasse mais pessoas, por conta própria, que poderiam montar uma banda com ele.

James trata de contar como encontrou via YouTube Brad e como ele parecia ter apenas 13 anos (quando na verdade ele tinha 16). A primeira vez que se falaram até a primeira vez que se encontraram parecia um tanto estranho para o início de banda, porém pode-se ver onde estão hoje.

“JAMES: E ENTÃO, UMA NOITE, EU VI UM VÍDEO DO BRAD NO YOUTUBE CANTANDO UM COVER DO ED SHEERAN E EU PENSEI QUE ELE REALMENTE TINHA UMA VOZ INCRÍVEL. EU TAMBÉM PENSEI QUE ELE TINHA UNS TREZE ANOS.

BRAD: EU AINDA NÃO SEI SE ME SINTO GRATO OU INSULTADO POR ISSO.

JAMES: É UM ELOGIO!”

James explica também como ele praticamente não precisou encontrar Tristan, Tristan o encontrou e então depois de alguns encontros, a formação inicial da The Vamps estava feita: James, Bradley e Tristan. Até então, tudo aconteceu devido a semelhança dos meninos (e alguns momentos bem The Vamps, não poderia deixar de haver alguns fatos engraçados dessa origem).

Então os meninos contam como foi a era BC (Before Connor – Antes de Connor) e qual foi o primeiro cover que Dean gravou deles. Tristan também conta porque não queria um quarto membro e foi onde tudo ficou tenso para Connor entrar na The Vamps. James explica que o primeiro cover que Com apareceu foi um “experimento” para ver como os fãs da época reagiriam.

O capítulo, além de tratar de tudo isso conta como foi deixar alguns relacionamentos pessoais para seguir com a banda, a experiências dando suporte em tours e o lançamento do primeiro single “Can We Dance” (aquele hino que trouxe The Vamps oficialmente ao mundo musical).

“Life on the Road” – A Vida em Tours

‘Vôos perdidos, quartos bagunçados e churrascos com famosos’

The Vamps conta sobre experiências em tours. Desde o suporte dos famosos até fãs loucas invadindo o quarto deles no hotel. Como perderam vôos (algumas festas culpadas), a vez que Tristan perdeu o passaporte e como James – o único que nunca perdeu vôo por atraso – foi obrigado a não voar devido à um pó encontrado em sua mochila, que na verdade, veio das fumaças do show.

The Wanted, Taylor Swift, Austin Mahone, McBusted entre outros são citados no capítulo. Como James ficou ao visitar Taylor Swift e Connor não sabia se dispensava a janta dela ou passava mal depois foram assuntos contados pelos meninos. Com esse livro é impossível não rir em ao menos algumas partes.

‘CON: EU ME SENTI MUITO MAL PORQUE ELA [TAYLOR SWIFT] FEZ UM MARAVILHOSO PRATO MAS EU TENHO ALERGIA A NOZ E COMO TINHA NO PRATO EU NÃO PODERIA COMER. EU FIZ JOE CONTAR PARA ELA PORQUE EU ESTAVA COM MEDO. ELA FOI REALMENTE DOCE E FEZ PARA MIM UM POUCO DE ARROZ INTEGRAL.’

Algumas brincadeirinhas de equipe são contadas e toda a “crew” é apresentada, Fin, Joe, Richard e Dean. Os meninos comentam de alguns países que visitaram e o que acharam de bom (infelizmente o Brasil não apareceu, talvez The Vamps ainda não tinha vindo para cá quando escreveram o livro).

Brad conta como tem de cuidar de sua voz e não forçar demais, ou iria prejudicar as cordas vocais. Connor também fala como é horrível ser o que mais se machuca da banda e ficar longe dos meninos.

Eles também compartilham a experiência de se apresentarem em festivais como o Summertime Ball e as participações especiais como Brooklyn Beckham no vídeo clipe de Wake Up.

“Brad”

‘James me encontrou no Youtube e me contatou via Facebook, o grande stalker.’

Brad começa sua parte do livro falando de como poderia estar a vida dele agora se ele nunca tivesse respondido James no Facebook. Ele fala do relacionamento com a irmã e os pais.

Bradley também conta como foi sua vida na escola, ele não era o mais popular, mas também não era nenhum tímido excluído. Ele odiava usar uniforme… Mas adorava Educação Física. Ele também admitiu que houve um tempo em que foi influenciado por más companhias.

‘EU ERA BEM COMPORTADO NA ESCOLA MAS EU TIVE ALGUNS MAUS AMIGOS ENTÃO ALGUMAS VEZES EU ME METIA EM PROBLEMAS POR ASSOCIAÇÃO. FOI UMA MISTURA DE POUCA CONCENTRAÇÃO E PREGUIÇA. O COORDENADOR DA ESCOLA DIZIA COM FREQUÊNCIA: “BRAD TEM MUITO POTENCIAL MAS ELE NÃO SE DEDICA”. UM DOS MEUS PROFESSORES DISSE AOS MEUS PAIS QUE ELE QUERIA COLOCAR UM FOGUETE SOB MINHA CADEIRA, O QUE DIZIA TUDO.’

Antes da The Vamps, Brad já havia participado de outras pequenas bandas, mas que não deram certo. Ele diz que foi no Ensino Médio que ele realmente descobriu sua paixão pela música.

Séries e alguns esportes no parque eram o passatempo favorito dele, e sim, Brad sempre gosta de passar um bom tempo com a família. Ele fala sobre a primeira música que escreveu e sobre composições. A música se tornou a essência da vida dele e ele não sabe exatamente como aconteceu, mas ele descobriu que cantar e performar era uma coisa que ele amava fazer mais do que tudo.

Brad conta que no começo, quando fazia apresentações solo, não acreditava que a carreira de música iria realmente tornar seu dia a dia. Era algo que ele amava fazer, mas que parecia um sonho grande demais.

Quando Brad e James se encontraram pela primeira vez, foi quando Bradley se sentiu confortável em compor com alguém, e daí veio a primeira base da banda, pois os dois queriam realmente formar uma. Ele conta que foi estranho quando ele conheceu Richard, mas Joe o apoiou, e foi a primeira experiência dele com um ‘gerente musical’.

O resto da parte de Brad se baseia em quando Tristan veio para a banda, as experiências deles juntos e como foi a entrada de Connor. Bradley também conta em como foi difícil superar seu relacionamento com Lauren da Fifth Harmony e em como tudo piorou com a pressão das pessoas e a briga dos fandoms por causa de um mal entendido relacionado ao que James disse numa entrevista para tirar Brad da pressão da mídia.

“EU TENTO NÃO FICAR MAL COM O QUE AS PESSOAS FALAM DE MIM NAS REDES SOCIAIS, MAS NEM SEMPRE É FÁCIL. SE ALGUÉM ESCREVE ALGO NEGATIVO SOBRE A NOSSA MÚSICA OU ALGO ASSIM NÃO É TÃO RUIM, MAS SE É ALGO PESSOAL ISSO PODE REALMENTE DOER. E MUITA COISA FOI ESCRITA SOBRE AQUILO.”

Brad diz que o começo da banda traz memórias muito boas para ele, e que aquele tempo sempre será muito especial. Não havia pressão e eles não eram o centro das atenções, e eles apenas faziam (e fazem) o que amam.

“Connor”

‘Uma vez eu fiquei preso no banheiro do McDonald’s’

Connor conta que morou com seus avós por um tempo e em que escolas estudou. Ficou muito feliz quando teve seu irmão Louis, porque ele sempre quis um irmão. Ele diz que se lembra muito bem de uma vez que batia fotos com sua vó aos dois anos de idade.

‘EU ERA UMA CRIANÇA BEM TÍMIDA E CALMA. EU FICO BEM ESTANDO SOZINHO. MINHA MAIS ANTIGA MEMÓRIA É QUANDO EU TINHA DOIS ANOS E AINDA VIVIA NA ESCÓCIA. EU LEMBRO DE BATER FOTOS COM A MINHA AVÓ PERTO DE UMA ESTANTE DE LIVROS, E POR ALGUMA RAZÃO ISSO AINDA É VÍVIDO E CLARO PARA MIM.’

Ele diz que gostava muito de futebol e pensou em seguir carreira, até que essa carreira foi impossibilitada antes mesmo de começar, pois ele lesionou um músculo da coxa. (Com também admite que ele é muito propenso a se machucar).

Futebol era o foco dele, ele amava educação física e jogava quatro vezes por semana na escola. A música era apenas algo que ele curtia. Até que num natal ele ganhou um violão, embora ele o deixou pegar poeira por um bom tempo, um dia ele experimentou tocar e gostou muito disso. Maior parte do que aprendeu foi por ser autodidata.

Connor conta que ele tinha vergonha de cantar, então tentou postar covers no Youtube pois apenas havia uma câmera na sua frente e ele não pretendia divulgar a ninguém que o conhecia. Ele tentou encontrar alguém que o gerenciasse, mas não teve muito sucesso. Quando ele se sentiu mais orgulhoso sobre sua capacidade de cantar, começou a mostrar a alguns amigos na escola, e ele ficava muito feliz com os comentários positivos.

Connor pretendia fazer engenharia na faculdade, pois ele não sentia que a música poderia mesmo sustentá-lo. Mas depois de conhecer um pouco das matérias, e mesmo sendo bom, ele viu que sua real paixão era a música. Até que Connor foi encontrado por um amigo de Richard, que disse que procurava um baixista para The Vamps.

‘NA PRIMEIRA VEZ QUE FALEI COM RICHARD EU DEVO ADMITIR QUE EU ESTAVA MUITO CÉTICO. ELE ME DISSE QUE GERENCIOU MCFLY E BUSTED E EU PENSEI.. “SE ISSO É VERDADE, ISSO É MARAVILHOSO. E SE NÃO É, ISSO TUDO É MUITO ESTRANHO”. ELE ME COLOCOU NA THE VAMPS E, POR MAIS ENGRAÇADO QUE SEJA, EU SABIA QUEM ELES ERAM PORQUE EU TINHA VISTO SEUS COVERS ACÚSTICOS NO YOUTUBE. FOI QUANDO PERCEBI QUE RICHARD ESTAVA SENDO VERDADEIRO E EU AGORA DEVERIA IR PARA LONDRES CONHECER ELES’.

Connor conta então o progresso para entrar e como ficou em dúvida mas com grande esperança de ter entrado na banda. Ele disse que os meninos foram muito legais em enturmá-lo, pois ele era muito tímido para fazer isso sozinho.

Connor conta alguns problemas que teve de saúde e ansiedade e também como conseguiu passar por eles. Os outros garotos (principalmente Tristan que inicialmente não queria ele na banda) o ajudaram muito.

Ele conta como foi a experiência de ser muito tímido e se trancar no banheiro porque tinham muitas fãs que os reconheceram e na época eles não tinham seguranças. Connor disse que estar na banda fez ele amadurecer mais rápido, pois antes a família fazia tudo para ele, agora ele estava por si só.

Depois, ele precisou se adaptar com Radio Tours e entrevistas, e como por mais que adorasse viajar, sentia muita saudade de casa.

Ele conta sobre alguns famosos de que ele é amigo, como os membros do All Time Low (banda que ele gostava quando apenas era um garoto comum). E disse que foi realmente legal saber que a Hillary Clinton sabia quem eles eram.

“James”

‘Nós nunca olhamos para trás e pensamos: “Nós somos os caras!”’

James começa contando que, embora todos achem que ele é o mais sensível e responsável da banda, nem sempre foi assim. James já foi um típico emo que usava roupas pretas e um corte de cabelo com franja.

Ele admite também, que nem sempre foi saudável. Quando era mais novo ele sofria bullying por ser gordinho. Mais tarde o bullying era por causa das acnes, mas James dá seu típico show de que acnes ou formato corporal não definem quem você é.

James admite que quando descobriu que amava música ele não sabia cantar nem tocar nada, até que em um natal, ganhou um violão.

‘EU TINHA UNS DEZ OU ONZE ANOS QUANDO EU DESCOBRI QUE REALMENTE QUERIA FAZER MÚSICA, MAS EU NÃO SABIA TOCAR NADA E EU NÃO CANTAVA, ENTÃO NÃO FOI UM BOM COMEÇO. ENTÃO, EM UM NATAL, MEU PAI TROUXE, ALEATORIAMENTE, UM VIOLÃO DO SÓTÃO QUE ELE CONSTRUIU QUANDO ELE ERA UM ADOLESCENTE, E EU DECIDI TENTAR. AS CORDAS ERAM RÚSTICAS E EU NÃO TINHA A MÍNIMA IDEIA DO QUE EU ESTAVA FAZENDO, MAS EU ESTAVA TÃO DETERMINADO EM VIRAR O MESTRE DISSO QUE EU TOQUEI ATÉ MEUS DEDOS SANGRAREM (ISSO NÃO É UMA INVENÇÃO, ELES REALMENTE SANGRARAM).’

James fala em seu crescimento com o violão e como foi meio difícil aprender porque ele não tem o dom disso naturalmente. É claro que ele não iria deixar de falar dos seus gostos musicais.

James até formou uma banda com os amigos da escola, mas ele diz que não deram certo, não foi a mesma coisa de quando a The Vamps se reuniu e tocou. James também fala que já tocou junto com Liam Payne (da One Direction).

‘EU FIZ UMA APRESENTAÇÃO EM BIRMINGHAM COM DIANA VICKERS UNS SEIS ANOS ATRÁS. ELA ESTAVA COM A APRESENTAÇÃO PRINCIPAL DO SHOW NO LADO DE FORA DE UM SHOPPING E UM GAROTO CHAMADO LIAM PAYNE ABRIU O SHOW DELA COMIGO. LIAM ESTAVA TRABALHANDO SOLO COMO EU NAQUELE TEMPO E NÓS CONVERSAMOS DURANTE ALGUNS MESES, MAS EU TROQUEI MEU CELULAR E PERDI O NÚMERO DELE, EU NÃO O VI NEM FALEI MAIS COM ELE DESDE ENTÃO. MAS ELE TEM SE DADO MUITO BEM DESDE ENTÃO, NÃO É MESMO? SERIA LEGAL CONVERSAR OU ESBARRAR COM ELE NOVAMENTE ALGUM DIA PORQUE NÓS CONSEGUIMOS O QUE QUERÍAMOS.’

James conta que foi o único que trabalhou em algo antes da música e também em quais faculdades pensou em fazer. Mas como ele se ocupava muito com a música, deixou isso de lado.

Ele conta sobre a sua família e sobre algumas experiências que passou no início da banda. Ele também admite sentir falta de uma rotina e que sempre sente falta de casa.

James conta algumas coisas com sua amizade com Ed Sheeran (queremos feat pra já!) e como foi ir à casa de seu ídolo: Taylor Swift. Ele também é amigo do Sam Smith. Ele conta sobre alguns relacionamentos superficiais que tiveram com ele, e como agora ele toma mais cuidado e sabe que tem amigos de verdade para a vida, como a própria banda.

“Tristan”

‘Eu fui “generosamente solicitado” para deixar a minha escola primária’

Tristan conta que sua vida foi basicamente passada no campo. A sua escola secundária era tipo um internato, ele podia dormir três vezes por semana na escola e aproveitar bem com os amigos. Ele costumava andar muito a cavalo.

Embora viver no sítio lhe parecesse chato algumas vezes, quando ele viaja para lugares barulhentos e bagunçados, ele vê a sorte que teve ao crescer perto da natureza.

‘QUANDO EU FUI EXPULSO DA ESCOLA PRIMÁRIA, AO INVÉS DOS MEUS PAIS ME MANDAREM PARA OUTRA ESCOLA LOCAL, MEUS PAIS DECIDIRAM ME MANDAR PARA UMA ESCOLA PRIVADA EM TIVERTON. PORQUE AS TURMAS ERAM MUITO MENORES E OS PROFESSORES PODIAM CUIDAR MELHOR DE CADA ALUNO ELES ACREDITARAM QUE ELES PODERIAM ME ENSINAR A CONTROLAR MINHA ENERGIA EM MODOS MAIS CONSTRUTIVOS. E, PARA SER SINCERO, ISSO FUNCIONOU. EU COMECEI A GOSTAR MESMO DA ESCOLA E FIZ MUITOS NOVOS AMIGOS.’

Tris diz que o baterista dentro dele já deveria existir desde quando ele tinha uns 7 anos e costumava batucar ritmos na sua carteira. Quem diria que dali viria uma carreira? Na bateria os pais dele viram um potencial em liberar a energia que ele tanto tinha. Depois que ele ganhou uma bateria ele começou a realmente a se dedicar nisso.

Ele teve muito apoio da escola e da família e também, como os outros meninos, se envolveu em outras bandas. Ele também conta que seus pais fizeram um esforço essencial para Tris chegar onde chegou com a bateria. E ele também se sentiu muito inseguro em seguir isso em carreira.

‘ISSO É ENGRAÇADO PORQUE ALGUMAS VEZES VOCÊ PODE PEGAR AS COISAS EM QUE VOCÊ É BOM POR GARANTIDO. ALGUMAS PESSOAS SÃO REALMENTE BOAS EM ESCREVER POESIA OU PEQUENAS HISTÓRIAS MAS ELES NÃO CONSIDERAM FAZER ISSO COMO UM TRABALHO PORQUE ISSO SE PARECE MAIS COM UM HOBBY. EU ACHO QUE VOCÊ DEVERIA JOGAR COM SEUS PONTOS FORTES E FAZER COISAS QUE A) VOCÊ É BOM E B) VOCÊ GOSTA. É MUITO MELHOR SE O SEU TRABALHO NÃO É UM IMENSO FARDO, É O ÚNICO JEITO DE FAZER ISSO ACONTECER É FAZENDO ALGO QUE VOCÊ GOSTE.’

Então Tristan continua contando sobre relacionamentos antes da The Vamps e como fez para chegar lá. Ele conta que foi um tanto inacreditável estar numa banda e como ele não muito bom em escrever, ele gosta de produzir e mixar as músicas.

Ele diz que mesmo tendo fãs, é bom andar por aí sem ser reconhecido, pois ao mesmo tempo que ele faz o melhor com o que gosta, ele ainda pode viver uma vida normal.

“Hitting the Big Time” – Alcançando Nossa Melhor Fase

‘Fazendo Tour com a Taylor, hotéis peculiares e porque nós juntamos nossos queixos antes de um show.’

Esse capítulo não se pode resumir, é preciso que seja lido. Tudo que se pode dizer é que nem todo hotel é uma proeza. E tudo que podemos falar sobre os queixos é que eles têm uma ligação com o número do dia e do show. Sobre as tours pode-se dizer isso:

‘BRAD: NÓS AMAMOS FAZER TOURS E NÓS QUEREMOS APROVEITAR ISSO COMO A MELHOR BANDA AO VIVO QUE PODEMOS SER, POR ISSO NÓS ACABAMOS CURTINDO A PRESSÃO QUE RECEBEMOS. É ESTIMULANTE E ESTAMOS SEMPRE PROCURANDO FAZER ALGO DIFERENTE, ENTÃO É UM PROCESSO DE MUITA CRIATIVIDADE.’

“Where We Are Now” – Onde Estamos Agora

‘Amizades, fama e a única coisa que Tristan nunca vai perdoar James por fazer’

Eles tratam dos relacionamentos deles e sobre inúmeras coisas que passam juntos. Os passatempos dentro dos ônibus, e sim, Tristan nunca irá perdoar James. Mas, The Vamps é The Vamps, então não é grande coisa, mas tinha um certo significado.

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