James McVey explica sua paixão sobre os filmes do universo de ‘Star Wars’

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James McVey, fã assumido da saga Star Wars, falou com o StarWars.com sobre como começou sua paixão pelos filmes, foi desafiado a fazer algumas escolhas e ele também contou histórias pessoais que tiveram relação com a saga. Clique aqui para ler a entrevista original e confira a tradução abaixo:


JAMES MCVEY, DA THE VAMPS, EM SEU AMOR POR UMA NOVA ESPERANÇA E MAIS

O GUITARRISTA PRINCIPAL FALA COM O STARWARS.COM SOBRE SEU FANDOM STAR WARS – INCLUINDO UM CERTO GUNGAN.

Eles têm feito turnê com Selena Gomez, Little Mix, e Taylor Swift, mas agora a boyband britânica, The Vamps, está prestes a entrar na sua própria turnê mundial para a divulgação do novo álbum, Night & Day. StarWars.com conseguiu o guitarrista James McVey para falar sobre o seu amor pela saga, conhecer Carrie Fisher (assim como o Gary!), e se emocionar com o Rogue One.

S: James McVey, bem-vindo ao StarWars.com!

J: Obrigado por me receberem!

S: Você foi apresentado para mim como o maior fã da banda – é isso ou você só ficou com o trabalho indesejado?

J: Não, isso é verdade! Meu pai assistia os originais nos anos 70, então quando eu estava crescendo eu assisti as fitas do IV, V, e VI. Eu tenho crescido com isso.

S: Então você deveria ser muito jovem quando o The Phantom Menacecame foi lançado?

J: Sim, eu deveria ter seis ou sete [anos]. Eu lembro dele sendo lançado, mas eu vi os originais antes e eu acho que essa foi a melhor maneira de entrar nisso.

S: OK, eu vou trazer um certo Sir Jar Jar of Binks aqui. Você é muito fã, não é?

J: Sim… Eu apenas gosto da profundidade das histórias e eu acho ele um personagem interessante. Toda a cidade de Gungan debaixo da água é também realmente interessante e se isso não fosse por Jar Jar, eles nunca teriam ido lá embaixo. Eu acho que ele é um boa ligação para outra parte de Star Wars, que os fãs podem se envolver.

S: Apenas imagine — você foi expulso para uma ilha deserta, ou talvez até mesmo Tatooine – mas você só pode levar um filme de Star Wars com você. Qual seria?

J: Eu amo muito os dois mais recentes e eu sei que O Império Contra-Ataca é o filme que a maioria das pessoas considera seu favorito, mas para mim é Uma Nova Esperança. Eu apenas amo a cena de abertura. Você ainda não sabe o que está acontecendo, mas há obviedade que muito aconteceu antes. É incrível agora, depois de Rogue One, ver de verdade a construção, é como o círculo completo.

S: Qual foi a coisa mais louca relacionada com Star Wars que você já fez?

J: Nós fomos para a premiere de Rogue One. Nosso amigo [em relações públicas] nos convidou, mas ele disse que não teria um tapete vermelho ou coisas assim. Eu acho que um de nós estava com uma mala [de viagem], nós estávamos caminhando e tentando chegar nos assentos, alguém nos conduziu para um lugar e nós pisamos em um gigantesco tapete vermelho! Nós estávamos caminhando pela premiere com todas nossas malas e coisas! E então nós entramos e todo o elenco estava lá – aquilo foi louco! Na verdade, nós fomos no [programa de televisão britânico] Celebrity Juice com a Carrie Fisher, literamente em novembro. Aquilo foi louco para mim. Conhecer ela e Gary foi um sonho!

S: Foi por isso que você entrou em uma banda, não foi – para se convidado para premieres de Star Wars e sair com os ícones?

J: Exatamente!

S: Como você reage quando você conhece alguém que nunca assistiu Star Wars. Eles estão instantaneamente mortos para você?

J: Bem, nosso técnico de guitarra, ele está nos seus 30 [anos] e ele nunca assistiu nenhum deles [dos filmes]! Eu não sei como você consegue crescer sem ver nenhum deles. Eu fiquei desapontado. Até mesmo chocado.

S: Então você precisa educá-lo, certo?

J: Na verdade, eu acidentalmente deixei uma caixa com a coleção completa no ônibus da turnê, todos eles até O Despertar Da Força e ele levou para casa. Então esperançosamente eu tenho feito um favor.

S: Vamos esperar que sim. Duas opções: Você ganha seu papel dos sonhos em um filme de Star Wars, o que significa que você será imortalizado como uma figura de ação, ou se você é muito sortudo, um “PEZ dispenser” [brinquedo]…

J: Okay…

S: Ou The Vamps ganha um Grammy, consistindo de uma glória e reconhecimento compartilhado por não ser apenas você, mas também seus colegas de banda… Qual você escolheria?

J: Eu acho que depende, qual papel eu interpretaria?

S: Nós estamos falando em protagonistas, baby… 

J: Isso é realmente difícil. Eu conheço um dos meninos da Rizzle Kicks que interpretaram um soldado rebelde em Rogue One e aquilo foi muito bom, mas eu não poderia tirar aquilo [Grammy] da banda! Digo, um Grammy seria incrível.

S: Essa é a sua resposta final?

J: Talvez eu pudesse conseguir ambos e receber o Grammy como um Stormtrooper [personagem de Star Wars] ou algo assim? Seria um cenário híbrido!

S: Talvez. Agora, eu ouvi que você ocasionalmente fica um pouco emocionado durante os filmes. Maybe. Por acaso isso já aconteceu com algum filme de Star Wars?

J: Oh sim, o final de Rogue One foi ridículo! Nunca teve um filme que eu tenha visto antes onde façam isso. Todos os heróis simplesmente vão! Eu estava ficando com um pouco de esperança, como se alguma coisa fosse acontecer, mas todo mundo morre efetivamente.

S: Estamos falando sobre lágrimas aqui?

J: Sim! Quando Jyn e Cassian estão sentados na praia e tudo desmorona… Foi provavelmente o momento mais emocionante que eu tive por Star Wars.

S: Com mais por vir…

J: Sim! Eu estou muito feliz que mais filmes estão chegando. Houve uma grande lacuna e eu estava pensando, será que vai voltar? E quando voltou, foi a melhor coisa de todas.

S: Qual é o seu nível de animação para O último Jedi, agora? Você está tão animado e estourado que você até mesmo esquece de tomar banho, ou você está tipo, “Cara, eu estou em uma banda em turnê mundial, eu estou bem…”

J: São as duas coisas, não há filmes que cheguem perto de Star Wars e eu tenho uma grande fascinação com a história mais ampla. Eu acho muito interessante como tantos detalhes se entrelaçam, então para mim, não há nada que eu esteja mais animado do que isso.

S: Até mesmo mais animador do que uma turnê mundial?

J: É mais do que só um filme para mim porque eu cresci com isso. É mais um modo de vida. Eu acho que para as pessoas que são grandes fãs de Star Wars, isso é mais do que apenas assistir um filme.

S: Eu mencionei a turnê, vocês estão prestes a irem para o Canadá, Austrália, Nova Zelândia, América do Sul e Japão. Há muitas datas, é como se vocês estivessem fugindo ou algo assim! Algum desses é um território desconhecido para a The Vamps?

J: Sim, nós vamos para a Nova Zelândia e nós nunca estivemos lá antes, então esse [país] é um que estamos muito ansiosos para ir.

S: Vamos falar sobre o seu novo álbum Night & Day. É um álbum duplo que vocês estão lançando em duas partes, certo?

J: Isso. Nós temos a edição Night, que foi lançada em Julho, e então a [edição] Day será lançada no final deste ano. É um tipo de conceito. O primeiro álbum é mais sensual e escuro – indiscutivelmente temperamental – e a segunda metade é mais clara e inspiradora. Nós temos aquele contraste nas emoções, cores e texturas.

S: James, obrigado por falar comigo, cara!

J: Não, obrigado por me receberem.

A Night Edition do Night & Day está disponível agora e todas as datas da turnê estão disponíveis em thevamps.net.

Jamie Stangroom é um locutor de rádio do Reino Unido que orgulhosamente modela sua aparição no Chewbacca. Ele primeiro se envolveu com Star Wars quando se engasgou com um Tazo C-3PO em suas batatas fritas com queijo e cebola, em 1998. Siga-o no Twitter @jamiestangroom.


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